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latitude

saber esperar

Talvez reconstrua. Mas, o que há ainda entre nós? Cisma, vontade carnal, recomeçar o que não findou, como ressurreição do que estava supostamente declarado morto entre nós? Para onde vou, revisito os espaços onde estivemos, para entrar nas memórias que cada um guarda? E quais memórias; as boas, as más… todas? E que palavras ainda esperas de mim? Se eu não quis ser expressivo com o simples - Amo-te pudeste compreender as palavras delicadamente sussurradas - É tão bonito o amor após uma descarga de saudade? Confessada após o alívio de meses, infligindo a caducidade do amor em mim sobre o mundo e as mulheres – a minha confessada carência. Porque colocas esse sorriso traduzindo que sempre vale a pena esperar? E o que esperamos? Que seja eu assim e mais dedicado? E que tu te convenças que nenhuma outra pode ser mais depois de ti? Que tudo se resolve com o desejo dos nossos corpos para partir para outas águas? A verdade é outra, talvez. É perguntar - Onde está o rio? perdido nos caminhos qu...

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