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último delírio

socialmente correcto

Tudo muito bonito: todos sorriem, choram, se identificam, repudiam uns, zangam-se tantos, blasfemam outros. Porém, nada mais que o multiplicado nada por mil vezes todos os nadas que consigo identificar. E dos que me rodeiam, nenhum ouvido, nenhum olhar a sério. Quem me escuta realmente, quem consegue ver-me através da transparência do vidro egoísta? Impera apenas o quero-lá-saber-desde-que-me-vejam. É isto o social-pedantismo, perante a solidão dos que don't give a fuck . E eu, whatever . A juntar-me aos demais que apenas sacodem a cabeça e deixam um desinteressado keep it on . Mas, que máquina é? Que algoritmo me configura perante os outros e ao qual cedo? Que inteligência, ou que umbigo o determina? Tudo é maravilhosamente enganador, como publicidade que só vende sem se incomodar com a verdade do produto. Por exemplo, se tem toxinas. Se implica o cancro. Se terá até, quem sabe, consequências ecológicas!? Tanta determinação quanta insegurança. Destroem-se conceitos e alimentam-se

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