sol posto
Sol posto. Daqui nenhuma outra razão senão lembrar o que teria sido do que então foi. Breves resumos, e a história que em histérica condição se apõe. E contradiz, quando a memória lembra o que foi feito e o que estará por cumprir. Infeliz aquele que se esquece. A tremoço, ácida azeitona, e cerveja que desdiz. Esmaece a rapariga ao lado, de papelada em contra-senso, contradizendo o que o rapaz escreve em contra-tempo. E nada diz, de óculo já enviesando qualquer conta infeliz. Paralelamente, a criança que canta. Canta a estrela que quer, descida do céu para o que o mar faz e não luz, antes deduz, e seduz de negro. Piano no bar, a meia cerveja que esquenta, sal nos tremoços que pouco acrescenta. Choco frito ao jantar não adverso. É outra pastagem, é outra cerveja que aperitiva a janta. Querendo dizer, no sol que já não há reverso, a hora de despedir. Quando nenhum outro verso apascenta. Qualquer caracol o desdiz.

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