16 de outubro de 2005

é tempo de haver tempo para o tempo

O tempo

(não apaga os teus episódios da história, esconde-os manhoso, esquece-os indefinidamente. E na sua maquinal brandura de relógio, o tempo ergue do nada muros e fecha portas - não se abrem quaisquer janelas -, e impõe a sua lei lavrada com dentes cerrados e o sobrolho carregado. É o dono do mundo, rei universal, pai de luz e som, guardião divino)

será o ócio de deus?
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