28 de setembro de 2005

omega... alfa

Prefiro começar pelo ómega, e ir derretendo a história à velocidade estóica da luz. Circundar a existência, ir buscar o último ponto ao princípio de tudo, regredir para me encontrar, dar uma cambalhota cósmica e saber do útero onde deus ouviu o pulsar do primeiro coração. No cabo do ponto alfa avistar-se-à a finisterra, e todo o mar entretanto – amniótico para a gestação de deus – terá a fértil verdade de tudo nas feições do simétrico anjo que conclui o bem e o mal.
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