21 de fevereiro de 2006

redondamente

E agora persegue-me o chão redondamente multiplicado nas vozes que murmuram as manhãs cobertas de chuva. Chapinham os passos, anseiam correr, eu não sei que movimentos são, não sei o andamento, não sei dessas estranhas melodias sopradas constantemente, dia após noite, noite após dia, aos meus ouvidos como harpas que nascem já fecundas de novos horizontes.
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