Que farei quando tudo arde?
23 de abril de 2005
ruína
Começo por namorar os pés e acabo por morder o calcanhar. O gigante precipita-se derrotado sob o meu ferrão. Na queda inevitável a sombra crescendo ganha contornos de noite, e jaz o derrotado fendendo a terra com um tremor de mundo.
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