22 de abril de 2005

ruído

As vozes são tantas e com tamanho RUÍDO que a enxaqueca vence numa dobra de lençol, numa brancura de naperon, na esferográfica que se lhe acaba a tinta. O papel manchado de nódoas polui o meu olhar e sou o lixo que no final do dia fermenta a estrutura do sono.
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